Comments: Desenvolvendo uma campanha on-line - Apresentando o Plano de Mídia Primeiramente vamos definir Plano de Mídia:
"Técnica publicitária que estuda e indica os melhores meios, veículos, volumes, formatos e posições para veicular as mensagens publicitárias."
Criado nosso planejamento de campanha, estabelecidos os objetivos, as estratégias e táticas, é hora de preparar a apresentação ao cliente.
Essa parece ser uma missão fácil por termos o plano todo desenhado, porém requer cuidados em sua execução.
Devemos pensar como o cliente e apresentar-lhe o planejamento de maneira a não restar dúvidas sobre o andamento da campanha, seus objetivos, estratégias, táticas, execução, controles e mensuração dos resultados. O menor sinal de dúvida pode colocar por água abaixo uma bela campanha.
O cliente, detentor da verba, quer potencializar ao máximo seu investimento, ou seja, ter o maior lucro possível com o menor dispêndio possível. Como convencê-lo a investir em uma campanha on-line?
Simplicidade = Entendimento!
Imagine um anunciante que nunca investiu um centavo sequer em internet escutando do atendimento: esse portal tem um grande inventário, com uma porcentagem de CTR de tanto, com milhões de pageviews/mês, sendo uma porcentagem X de unique visitors e Y em unique viewers. É possível comprarmos impressões, broadcast e cliques. O portal também nos oferece um Adserver completo.
Com tanta utilização de termos técnicos em inglês a tendência desse anunciante não entender nada é grande, daí para a desconfiança é um pulo. Para os anunciantes é muito mais simples entender a audiência de um determinado programa ou a tiragem de uma determinada revista, devido à facilidade da apresentação desses números.
Como apresentar?
Devemos apresentar com clareza cada item do plano e os porquês da utilização dessas escolhas. Para que o resultado seja o esperado, é essencial que o cliente saiba exatamente o que está acontecendo e onde cada centavo de sua verba está sendo investido.
Temos que mostrar de onde partiremos e aonde queremos chegar. Mostrar ao cliente os benefícios de se investir na web, principalmente pela possibilidade real de mensuração do investimento. É o primeiro passo para a aprovação do plano de mídia.
Utilizar campanhas já executadas e de sucesso também é uma ótima ferramenta de convencimento. Relatórios completos e de fácil análise podem auxiliar o entendimento das ferramentas. Mostre-os etapa por etapa.
Quanto mais fácil for para o cliente entender o plano, melhor. Por isso, utilize todos os recursos disponíveis para apresentá-lo, como datashow, apresentação em Power Point, ferramentas multimídia, planilhas, gráficos, etc.
Todos devem fazer campanhas on-line?
Não se deve anunciar na internet simplesmente porque todos o fazem, ou para não ficar de fora da moda. Assim como outras mídias, a campanha on-line só deve ser realizada se for realmente importante para a empresa.
O ideal é que haja uma comunicação 360 (campanhas integradas), ou seja, com mídia on e off-line interagindo entre si. Dessa forma potencializamos a campanha e nossos objetivos são alcançados de forma mais natural.
Muito bem. Apresentado e aprovado o Plano de Mídia, é hora de executar nossa campanha.
Comments:
Web Marketing, é qualquer esforço promocional realizado por meio da Web. Mesmo que você possua o melhor e mais interessante site do mundo, você vai precisar fazer algum esforço para dizer aos internautas que você existe e está aguardando visitas. É ai que entra a promoção através do Web Marketing. . É claro que existem outros canais como a TV, Rádio, Revistas, Outdoors... Mas como nosso canal de atuação é a Web, e portanto é lá que o nosso público está, é natural que os meios mais eficazes de geração de tráfego sejam aqueles realizados por meio do web marketing.
O quadro abaixo resume as quatro estratégias de web marketing mais utilizadas: http://www.e-commerce.org.br/webmarketing.htm
Vale a pena ver o quadro... 'da dicas do que utilizar na campanha online!
Comments: Novembro 2, 2008 Mobile commerce é o comércio eletrônico no celular
Tíquetes, cupons e pontos de fidelidade são algumas modalidades de mobile marketing já em uso. O atrativo está justamente na mobilidade - quando o cliente fidelizado chegar perto, recebe um torpedo simpático.
Por Armando Ferraz Santos
O que é? Segundo o Wikipedia,
“Mobile Commerce é toda e qualquer operação que envolva a transferência de propriedade ou de direitos de utilização de bens e serviços, que é iniciado e / ou concluído até o acesso ao computador usando o celular mediada por redes com a ajuda de um dispositivo eletrônico.”
Propomos trocar “usando o celular” por “usando um dispositivo de comunicação móvel”, pois a cada dia que passa temos a sensação que o aparelho celular serve para tanta coisa que falar com ele é mero detalhe.
Alguns textos colocam o mobile commerce como sucessor do e-commerce, mas não o vejo como um sucessor e sim como um grande aliado do e-commerce.
Os e-commerces atuais serão adaptados para um padrão de mobile commerce, ainda em fase de criação. Assim como aconteceu no próprio e-commerce, que foi crescendo e se tornando parte na vida de todos nós, o mobile commerce deverá usar o mesmo caminho.
Com serviços de transmissão de dados para mobile cada vez melhores e celulares com cada vez mais funções e acesso a estas informações, se cria um ambiente propício para oportunidades de negócios.
Evolução das tecnologias de celulares
1G. Quase todos os sistemas ou standards desta geração eram analógicos, onde o tráfego principal era a voz.
2G. Todos os sistemas ou standards desta geração eram digitais. Surgimento do GSM e GPRS.
3G. Os sistemas ou standards desta geração são um refinamento dos da geração anterior.
4G. Prevista para 2012, onde já se fala de taxas de transferência de dados 260 vezes mais rápida.
Temos já algumas aplicações interessantes para mobile. Vamos ver algumas que vêm sendo usadas e aperfeiçoadas.
Mobile ticketing
São tickets enviados para os telefones celulares, que o usuário pode apresentar na bilheteria. Podem ser usados, por exemplo, por agências de viagens, que enviam os tickets de um pacote de serviços contratado, em aeroportos para facilitar o tráfego de passageiros ou em estacionamentos.
Mobile vouchers, cupons e cartões de fidelidade
O usuário pode receber cupons de desconto via celular ou até pontos como em um cartão de fidelidade. Diferente de outros cartões de fidelidade, este vai estar armazenado no celular, permitindo melhor proveito para o usuário.
Compra de conteúdo
Impulsionada principalmente pela faixa etária de 12 à 25 anos, a compra de conteúdo como mp3, ringtones e papéis de parede pode ter uma grande alavancagem com as redes 3G e 4G. Com a chegada de maior velocidade de downloads e o barateamento de serviços de banda larga para celular, além da popularização do uso de celulares com acesso à internet, acredita-se em maiores oportunidades de vendas.
Serviços de Location-based
Um dos serviços que mais chamam atenção - conhecendo a localização do usuário fica mais fácil estimular a venda de produtos da região. Sabendo que o usuário está em determinado lugar, sob demanda podemos oferecer a ele um mapa da região, atrativos e uma lista de empresas locais, com seus produtos e serviços.
Serviços de informação
Uma grande variedade de informação pode ser vendida - desde o simples horóscopo até informações financeiras ou ainda dados sobre o trânsito. Um serviço que pode ser oferecido junto com o location-based.
Mobile banking
Grandes esforços têm convergido para oferecer acesso a contas, consulta a saldos e extratos e também transações como compra de ações e envio de dinheiro. Há, porém, obstáculos a superar para garantir a segurança das transações e informações.
Mobile corretora de ações
O objetivo é fazer com que o assinante tenha em tempo real a evolução de sua carteira. Com a informação mais rápida ele pode reagir às tendências do mercado acionário.
Mobile marketing e publicidade
Marketing e publicidade para celulares é uma modalidade ainda emergente, mas em grande crescimento. Segundo pesquisa realizada pela Qualibest, 66% dos entrevistados acreditam na eficácia da propaganda para dispositivos móveis e 70% aceitam receber propagandas. Com o aumento do m-commerce certamente teremos mais publicidade em nossos celulares - e também mais pressão por privacidade e segurança.
Estes são apenas alguns serviços e possibilidades de mobile. Aguardamos surpresas no campo de mobile commerce, principalmente nas questões técnicas de desenvolvimento e comercialização destes serviços. [Webinsider]
15:29
Comments: Outubro 29, 2008
Gente,
novo blog sobre Mkt Viral... vale a pena conhecer! http://60anosdh.blogspot.com/
Abs,
Vanessa
14:32
Comments: Outubro 28, 2008 A revolução das novas mídias
De que maneira as novas mídias interagem com a mídia tradicional?
Como os jornais impressos estão lidando com este desafio?
O que mudou e o que vai mudar na circulação da informação?
Quem vai produzir conteúdos?
Vejam a seguir o debate sobre o tema, tendo como convidados a editora
executiva da Folha de S. Paulo, Eleonora de Lucena; o diretor de
conteúdo do Grupo Estado, Ricardo Gandour; e o diretor de redação de O
Globo, Rodolfo Fernandes.
Comments: Outubro 24, 2008
Esse artigo é sobre o que estamos falando...
Me faz um viralzinho? Aqui o diminutivo não se aplica
Não existe viralzinho – ou, pelo menos, não deveria existir. Se você vai falar em um megafone, não cochiche. Grite. Mas lembre-se: o passo mais difícil é tomar a decisão de fazer um viral. Pense muito bem antes de expor sua marca ao público. Para ler artigo completo, acesse: http://webinsider.uol.com.br/index.php/2008/10/19/me-faz-um-viralzinho-quando-o-diminutivo-nao-se-aplica/
Comments: Outubro 13, 2008
Gente,
olha essa notícia... interessante não?
Propaganda online vai chegar aos US$ 120,36 bilhões
Segundo uma pesquisa feita pela PriceWaterhouseCoopers, os investimentos em publicidade devem crescer 19,5% no mundo ao ano entre 2008 e 2012. O crescimento será maior ainda na América Latina. O índice apontado é de 26,2% de aumento no período, passando de US$ 251 milhões para US$ 1,38 bilhão. A previsão é que o investimento global em mídia online em 2012 seja de US$ 120,36 bilhões.
De acordo com o diretor da consultoria norte-americana Media Valuation Partners, Larry Gebrandt, os vídeos na web são os grandes responsáveis pelo aumento do investimento. Atualmente, 75% dos internautas assistem vídeos on-line, um aumento de 36% em relação ao ano passado.
Google é um trocadilho com a palavra 'googol', que foi inventada por Milton Sirotta para designar o número representado por 1 seguido de 100 zeros. O uso do termo Google reflete a missão da empresa de organizar o enorme montante de informações disponíveis na web e no mundo.
ORIGEM
O serviço Google foi criado a partir de um projeto de doutorado dos então estudantes Larry Page e Sergey Brin, da Universidade de Stanford, em 1996.
O projeto era chamado de Backrub e surgiu devido à frustração dos seus criadores com os sites de busca da época. Teve por objetivo construir um site de busca mais avançado, rápido e com maior qualidade de ligações.
Brin e Page conseguiram seu objetivo e, além disso, apresentaram um sistema com grande relevância às respostas e um ambiente extremamente simples.
O domínio google.com foi registrado por seus criadores em setembro de 1997. A Google, em menos de dez anos, construiu uma marca com um valor superior as que já estão no mercado a quase cem anos, como no caso da Coca-Cola*.
Fundada em 1998, teve US$ 7 milhões de lucro nos primeiros três anos.
Seus fundadores, Sergey Brin e Larry Page, hoje com 33 anos, ficaram bilionários antes dos 30.
FERRAMENTAS
Pesquisa de Imagem
A pesquisa de Imagens do Google é a de mais fácil compreensão da Internet, com mais de 390 milhões de imagens indexadas e disponíveis para visualização.
Tradução de Páginas da Web
Hoje o Google permite que uma variedade de páginas de língua inglesa seja acessível às pessoas de língua portuguesa.
Procurar arquivos PDF
Os resultados das pesquisas no Google agora incluem arquivos do tipo Adobe Portable Document Format (PDF). Para indicar que um resultado especial está em um arquivo PDF especialmente em uma página da web, [PDF] aparece em texto azul em frente do título. E, se o usuário não tiver o programa Adobe Reader, pode baixá-lo gratuitamente.
Páginas similares
Clicando no link "Páginas Semelhantes" no resultado de uma busca, o Google vasculha automaticamente a web atrás de páginas que estão relacionadas a este resultado.
Descubra quem aponta para você
Algumas palavras, quando seguidas pelo sinal de dois pontos, têm significado especial para o Google. Uma destas palavras é o operador "link:". A pesquisa link: mostra todas as páginas que apontam para a URL especificada. Por exemplo, link:www.google.com mostrará todas as páginas que contêm um link para a página principal do Google.
Domínio restrito
Algumas palavras, quando seguidas por dois pontos, têm um significado especial para o Google. Uma dessas palavras é o operador "site:". Para procurar por um domínio ou site específico, use a sintaxe "site:dominio.com" na caixa de pesquisa do Google.
Links ocultos
O Google tira uma "foto" de cada página examinada enquanto elas são carregadas e guarda-as na memória para o caso de alguma não estar disponível. Se você clicar nos links da versão em cache, verá as páginas como elas estavam da última vez que foram carregadas. Mas a versão em cache da página pode não ser a mais atualizada.
Estou com sorte
No botão "Estou com sorte", o usuário é conduzido diretamente para o primeiro website do resultado de pesquisa.
Pesquisas relacionadas
Abaixo dos resultados de sites que aparecem na primeira página existem links com assuntos relacionados à palavra pesquisada. Ex. Motor – motor à alcool
OUTROS RECURSOS
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Os links patrocinados são pequenos anúncios em forma de texto que são exibidos de acordo com a palavra digitada pelo internauta, acima ou ao lado dos resultados da busca. O link patrocinado apresenta baixo custo e o anunciante só paga quando alguém no site de busca clica na propaganda de sua empresa. É um anúncio dirigido, pois você só paga os cliques em cima do seu anúncio.